Petgenoma e Genera: quando a genética cuida da família inteira
15/10/2026
Cães e gatos deixaram o quintal há muito tempo. Hoje, dividem conosco a casa, o sofá, a rotina ... e ocupam definitivamente um lugar na família. Essa transformação também mudou a forma como cuidamos deles. A medicina veterinária avançou, incorporou novas tecnologias e passou a oferecer aos pets recursos que, até pouco tempo atrás, pareciam restritos à medicina humana. Entre eles, talvez nenhum seja tão pessoal quanto conhecer o próprio DNA. E é justamente a genética que agora aproxima a Petgenoma e a Genera em uma nova parceria.
Nos últimos anos, milhões de pessoas descobriram que uma pequena amostra biológica pode revelar uma enorme quantidade de informações. Os testes de ancestralidade ajudaram a popularizar essa tecnologia. No Brasil, descobrir as próprias origens rapidamente despertou curiosidade e interesse, especialmente porque nossa população carrega uma história genética extraordinariamente diversa.
Com os pets aconteceu algo muito parecido. Quando os testes de DNA chegaram aos cães e gatos, uma das primeiras perguntas dos tutores foi inevitável: “Afinal, de onde ele veio?” Descobrir a composição racial de um cão sem raça definida, por exemplo, pode ser fascinante. Mas ancestralidade e composição racial são apenas a ponta do iceberg.
Porque o DNA não fala apenas sobre o passado. Ele também pode ajudar a cuidar do futuro.
Hoje, análises genéticas podem identificar predisposições relacionadas a diferentes aspectos da saúde, permitindo que médicos e médicos-veterinários tomem decisões mais individualizadas. Conhecer antecipadamente uma predisposição genética pode significar acompanhar determinado órgão com maior atenção, modificar hábitos, ajustar o manejo ou iniciar estratégias preventivas antes mesmo do aparecimento dos primeiros sinais. Em alguns casos, isso pode contribuir para retardar ou reduzir manifestações clínicas. Em outros, a informação genética pode ajudar a evitar situações de risco.
Antes de uma cirurgia, por exemplo, variantes relacionadas a distúrbios hereditários de coagulação podem fornecer informações importantes para o planejamento do procedimento. A farmacogenética vai ainda mais longe: diferenças no DNA podem influenciar a maneira como cada organismo responde a determinados medicamentos.
Na medicina humana, essa área já permite avaliar risco de efeitos adversos e auxiliar na escolha ou no ajuste de doses de diversos fármacos. Na medicina veterinária, embora o conhecimento científico ainda esteja crescendo, testes genéticos já conseguem identificar variantes associadas à resposta a medicamentos utilizados rotineiramente em cães.
É uma mudança importante de perspectiva: em vez de pensar apenas no tratamento de uma doença, passamos a falar em prevenção, antecipação de riscos e cuidado personalizado.
É nesse cenário que Petgenoma e Genera se encontram. As duas empresas nasceram com um ponto fundamental em comum: transformar informação genética complexa em conhecimento que possa ser utilizado na vida real. A Petgenoma construiu sua experiência estudando a genética de cães e gatos e aplicando esse conhecimento à saúde, às características e à composição racial dos pets brasileiros. A Genera, por sua vez, é uma das empresas pioneiras em genética humana no Brasil. Com mais de uma década de atuação e milhares de brasileiros analisados, acumulou experiência justamente em um dos genomas populacionais mais interessantes e diversos do mundo: o nosso.
Você conhece o DNA do seu pet. E o seu?
Para quem já descobriu como a genética pode ajudar a cuidar melhor de um cão ou gato, talvez exista uma pergunta interessante a fazer: por que não utilizar essa mesma ferramenta para conhecer melhor a própria saúde?
Assim como o resultado genético de um pet pode fornecer informações úteis ao médico-veterinário, conhecer suas próprias predisposições pode acrescentar uma nova camada de informação às decisões tomadas junto ao seu médico. Porque genética não é destino, é informação. E informação de qualidade permite fazer escolhas melhores.
Redação
Petgenoma